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Saúde
mental
María
Rosa Morala
Médica - Brasil

Salud,
inclusive la mental, es la condición de tener capacidad
y oportunidad de desarrollar nuestras potencialidades,
a pesar de los obstáculos. Salud Mental es una actitud
positiva frente a varias situaciones, sanas o enfermizas;
significa darle un sentido a la vida, que engloba
la salud, la enfermedad y la muerte. Son muchas las
fuerzas que confluyen para modelar la salud: la hereditariedad,
el ambiente, el estilo de vida y el Sistema de Salud.
La asistencia psiquiátrica de calidad, con reintegración
e inclusión, supone desafíos claros e implicaciones
éticas, demanda equipos inter y transdisciplinarios
y Políticas Públicas en Salud Mental reales, desarrolladas
en conjunto con la sociedad.
"Época triste a nossa, em que é mais difícil quebrar
um preconceito que um átomo."
Albert Eistein
"Necessitamos enxergar o quão brilhantes podem ser
as mentes dos que sofrem de transtornos psíquicos."
João Ferreira da Silva, titular de psiquiatria da
Universidade Federal de Rio de Janeiro
"Que faço na vida com a minha saúde?"
Leonardo Boff
SAÚDE MENTAL E PROJETO DE VIDA, UMA QUESTÃO DE
CIDADANIA
"Direito fundamental de todos e dever do Estado",
é grande a distância entre lei e realidade.
A abordagem do tema aponta para a necessidade de enfatizar
a visão de homem e de mundo que sustenta o conceito
de Saúde Mental. O ponto de partida é uma Antropologia
humana e humanizadora para melhor compreender a própria
natureza da pessoa e seus modos de adoecer. Penso
que é uma condição fundamental para situarmonos como
cidadãos do mundo e para o mundo, no compromisso de
que ele seja de todos e para todos. O olhar sobre
a realidade nos revela o grande desafio dessa meta
diante de tantas forças agindo na contramão.
A banalidade, o apogeu da insignificância, o descaso
com a vida, podem levar à tentação de perder a confiança
na humanidade, mas não nas pessoas. É essa atitude
positiva de esperança que impulsiona as iniciativas
de tantas pessoas e entidades da sociedade civil à
procura de "um outro mundo diferente e possível".
QUEREMOS VIVER E VIVER COM DIGNIDADE.
Estamos acostumados a considerar a saúde em relação
à doença sendo urgente dar atenção especial ao aspecto
positivo da saúde. Por outro lado, não se pode aceitar
a antiga definição da Organização Mundial da Saúde
[OMS] como "um estado de bem-estar total, corporal,
espiritual e social e não apenas ausência de doença
e fraqueza". A partir da observação da vida, como
ela é e acontece em cada ser concreto, penso que saúde,
incluída a mental, é a condição de ter capacidade
e oportunidade de desenvolver nossas potencialidades
apesar das limitações. Saúde Mental é uma atitude
positiva face às várias situações que podem ser doentias
ou sadias, significa realizar um sentido da vida,
que engloba a saúde, a doença e a morte. Saúde é a
força de viver, isso seria ser saudável, ter sanidade.
A Saúde Mental tem que ser contextualizada e contemplada
de maneira holística, integral e integradora. Os seres
humanos, a pessoa quer viver, não apenas sobreviver.
Isso exige que as necessidades básicas da pessoa sejam
satisfeitas, o que é possível porque há uma série
de bens na terra, que são de todos. São os bens
sociais, uns materiais e outros imateriais.
Nas últimas décadas foram feitas declarações das várias
gerações de direitos como garantia de acesso a esses
bens. Assim sendo, trata-se de uma questão de justiça,
porém muito longe de serem conquistas reais. Os bens
imateriais, também ligados às necessidades dos seres
humanos, nem sequer têm a garantia de serem considerados
direitos. Na verdade, todos necessitamos de consolo,
estímulo, esperança, um sentido para a vida, sonhos,
confiança no futuro, mas não sendo acompanhados de
direitos só podem ser atendidos gratuitamente. Como
juntar justiça e gratuidade? Necessitamos viver a
ética do cuidado, fundamentada na "razão diligente"
(Boaventura de Souza Santos), que não é a dominante.
Penso que a Saúde Mental deve ser colocada na perspectiva
da razão diligente.
FATORES QUE INCIDEM NA SAÚDE
É importante enfatizar a influência da hereditariedade,
do ambiente, do estilo de vida e do Sistema de Saúde.
São muitas as forças que interagem para modelar a
saúde.
Em relação à hereditariedade foram feitos avanços
significativos no campo da ciência, da técnica e da
tecnologia e suas aplicações clínicas. A grande descoberta
é o genoma humano, com fortes desafios éticos, sociais
e econômicos. Qual o horizonte da engenharia genética?
No que se refere ao ambiente e a interação com o ser
humano a começar pelo útero materno, o seu primeiro
espaço de vida, passando pela família, a creche, a
escola, o grupo, a comunidade mais ampla, a sociedade,
até o Meio Ambiente, o planeta Terra, também devem
ser considerados avanços, riscos e desafios, com ênfase
especial na Educação. A capacidade do ser humano de
viver a relação é maravilhosa. Quero trazer aqui o
quanto me ensinaram os meus pacientes. À pergunta
em relação a como tinha sido o espaço interconsulta
e como se sentiam no momento respondiam com uma sábia
lição de vida: "Eu estou muito bem, porque estou de
bem comigo mesmo, de bem com os demais, de bem com
a vida, de bem com o mundo, de bem com Deus. Que mais
posso querer." Bela definição de saúde holística,
mental, com os diversos elementos das relações estabelecidas
e que apontam para a integração interpessoal, social,
ecológica e com a Transcendência.
O estilo de vida faz referência a aspectos socioculturais
sem esquecer as grandes diferenças impostas a nível
de possibilidades e oportunidades no acesso e uso
dos bens sociais. Mais um desafio que não permite
que fiquemos indiferentes diante da exclusão.
Atenção especial merece o Sistema de Saúde com uma
dívida grave para com grande parte da população.
É possível inferir as conseqüências quando algo falha
no jogo desses fatores sendo possível o desencadeamento
de distúrbios mentais, psicológicos, emocionais, às
vezes compatíveis de tratamento mantendo uma vida
normal ou provocando alguma ruptura que exige outros
cuidados. Atualmente são muitos os agentes estressores
do ambiente. Em condições precárias de vida, em níveis
abaixo da dignidade humana, como podem sobreviver
as pessoas? Creio oportuno fazer o exercício de observar
os moradores/sofredores de rua, os meninos de rua
e outras situações de existência, que pedem solidariedade
e soluções.
A violência nas suas diversas formas e manifestações
seja ela doméstica, escolar, urbana, é outro elemento
estressor, considerado problema de saúde pública pela
OMS e pela sociedade.
Todas as formas de exclusão são geradoras de estresse,
às vezes até o limite do tolerável, podendo levar
a quadros ou estados de depressão, até em crianças,
inclusive com o fantasma do suicídio como horizonte.
Penso que não é uma percepção pessimista da situação,
mas interesse em que possamos caminhar em direção
à inclusão, integração, valorização, elevação da auto-estima
e autoconfiança. O desafio é para todos e todos somos
responsáveis.
ASSISTÊNCIA PSIQUIÁTRICA, PREVENÇÃO E PROMOÇÃO
DA SAÚDE MENTAL
A concepção da doença mental tem evoluído ao longo
da história, mesmo com períodos de regressão. Hipócrates
teve a sensibilidade de humanizar a atenção a estes
pacientes, porém a Antigüidade, em geral, gerou uma
dolorosa exclusão, chegando à eliminação através da
morte, prática não superada em alguns grupos. Durante
séculos se manteve a hospitalização até em asilos
sem retorno ao convívio familiar e social. Estudos
de alienistas renomados conseguiram estabelecer e
divulgar preconceitos, entre eles de gênero, sempre
em detrimento da mulher assim como da criança, dos
pobres, dos menos protegidos.
O avanço da Ciência, em concreto da Bioquímica, com
a descoberta de substâncias químicas presentes no
organismo e cujo desequilíbrio provocava ou piorava
transtornos mentais, trouxe a possibilidade da elaboração
de medicação específica, como neurolépticos e antidepressivos,
de suma importância para o tratamento, minimizando
o sofrimento dos pacientes e facilitando a convivência.
A partir da década de 60, criou-se um movimento internacional
de antipsiquiatria que desaguou no Brasil no movimento
antimanicomial, com críticas à assistência psiquiátrica,
crítica que procedia, pois a assistência era reservada,
quase que exclusivamente a unidades hospitalares,
quando não a unidades asilares, que só levavam prejuízo
ao doente mental. Há necessidade de uma visão humanista
ou filosófica da doença mental, pois ela não é uma
outra forma de existência e tem que ser tratada de
maneira humana.
Penso que são claros os desafios e as implicações
éticas que devem levar a uma assistência psiquiátrica
de qualidade, com reintegração e inclusão. É possível
manter a pessoa em tratamento e acompanhamento ambulatorial
e no ritmo normal de vida e trabalho. Haverá casos
com necessidade de tratamento mais radical, porém
não pode ter tempo indeterminado nem rigidez.
Cada vez mais é necessário criar equipes interdisciplinares
e transdisciplinares, tornando-se urgente colocar
em prática Políticas Públicas na Saúde Mental, em
parceria com a sociedade. Um dos avanços foi a criação
dos Centros de Atenção Psicossocial.
Seguindo o fio da história chegamos à década de 90
com fatos interessantes: as enfermarias passaram a
manter as portas abertas, os pacientes começaram a
comer com talheres comuns e foi adotado o sistema
de recepção integrada. Alguns dos conflitos de pacientes
puderam ser contornados sem o uso de medicação. Pode
ser oportuno lembrar a atualidade conto "O alienista"
de Machado de Assis.
Nesse contexto, "rumo ao fim dos manicômios", se inicia
o retorno à família, à sociedade. Nem sempre a estrutura
familiar e da sociedade oferece garantia para o êxito
do retorno. Com freqüência não acontece o resgate
do espaço na família, até pode estar prejudicado o
sentido de pertença. A sociedade também não oferece
a desejada inclusão. Não é temerário afirmar que parte
dos pacientes, após a alta hospitalar, passaram a
ocupar um outro espaço de exclusão, a rua.
CONCLUSÃO E DESAFIOS
Que faço na vida com a minha saúde? Pergunta de Leonardo
Boff que todos poderíamos nos fazer. Pode ser um caminho
para encontrar resposta aos desafios colocados pela
realidade da globalização excludente, o consumismo
desenfreado, a falta de acesso aos bens da terra,
cada vez mais espoliada, a violência, a tirania da
imagem e transtornos da alimentação e tantos outros
agentes estressores, vilões do estilo de vida contemporâneo.
Como democratizar o trabalho, a moradia? Como conseguir
mais tempo para o lazer? Como garantir a privacidade
para todos? Como viver a Ética do cuidado da vida.
Qual a resposta da Escola na difícil responsabilidade
de educar para a vida, para a paz, para a convivência
solidária. O que fazer nos Serviços de Saúde, com
tantas lacunas e sucateamento.
Urge prestar atenção especial às conseqüências
dos estímulos estressores, o recurso ao consumo indiscriminado
de ansiolíticos e antidepressivos, o recurso às drogas
lícitas e ilícitas e as dependências delas derivadas.
Como descobrir o "mapa da mina" na administração do
estresse, no gerenciamento dos próprios sentimentos
e emoções?
É gratificante verificar as boas realizações e isso
dá esperança para que outras possam acontecer. Não
quero dar a sensação de falta de saída, ao contrário,
sinto necessidade de superarmos a indiferença e suas
conseqüências perversas para todos. Recordo, nesse
momento, o impacto que me fez uma citação de Gilberto
Freire, recolhida nos Anais de reunião da FAO de 1974,
em Roma: "O mundo está dividido em duas classes de
pessoas, as que não comem porque não têm o que comer
e as que não dormem, com medo de que os que têm possam
roubar o que elas têm." Afirmação forte que não deixa
de ter sua parte de realidade desafiadora.
O filme "Doutores da alegria" é um exemplo fantástico
de contribuição e gratuidade no cuidado da vida fragilizada
de crianças portadoras de doenças graves, com evidente
repercussão positiva para elas e suas famílias.
Para terminar, trago o testemunho de três pessoas
entre tantas que certamente são benfeitoras no aspecto
abordado.
O gênio Arthur Bispo do Rosário, artista sergipano,
que viveu cinqüenta anos como interno num manicômio,
diagnosticado como esquizofrênico. O legado que nos
deixou foi uma bela produção artística, fruto da criatividade
que não perdeu apesar do regime de asilo. O reconhecimento
foi tardio, mas é real. Foi criado o Prêmio Arthur
Bispo do Rosário, em São Paulo, estando já na IV edição.
É promovido um concurso a cada dois anos com o objetivo
de incentivar os pacientes dos Serviços de Saúde Mental
do Estado de São Paulo e para chamar a atenção da
sociedade para seu direito de cidadania e para a produção
artística.
José da Trino [1917 - 1996], conhecido como "Profeta
Gentileza". Vivia normalmente como qualquer trabalhador
das classes populares. No dia 17 de dezembro de 1961
ocorreu um grande incêndio em um circo norte-americano,
em Niterói. A tragédia humana o marcou tanto, que
deu tudo o que tinha, transformou o local do incêndio
em jardim -casa de acolhida, saindo depois finalmente
para morar na rua e se dedicar a testemunhar e pregar
a ''Gentileza que gera Gentileza ". Uma figura vestida
de branco, serena, mansa, cordial, que tive a sorte
de ver muitas vezes na Central do Brasil, no Rio de
Janeiro. O legado escrito de sua criatividade solidária
ficou plasmado nas pilastras do viaduto do Caju. Os
dois exemplos eram desvios do padrão normal aos olhos
da sociedade, mas viveram um novo paradigma civilizatório,
certamente de integração e humanização.
Finalmente, trago a memória da doutora Nise da
Silveira, pioneira dos novos métodos de tratamento
e recuperação dos doentes mentais, com uma visão humanista
e uma atitude de apostar no potencial deles. O legado
é a expressão desse potencial realizado e conservado
no Museu do Subconsciente.
Penso que os exemplos são válidos para apostarmos
na Saúde Mental, Prevenção, Cura e Inclusão numa sociedade
que sonhamos como "casa aberta".
(NA)
Para
você, o que significa ter saúde?
¿Para usted, que significa tener salud?
Para
mí, tener salud es el completo bienestar a nivel físico,
emocional, social y espiritual. Es vivir en armonía
conmigo misma, con los demás, con la naturaleza y con
nuestro Creador.
Aidée Santos - Repúbica Dominicana
Según la OMS: es el completo bienestar físico, psíquico,
espiritual y social de una persona. Es la persona encontrarse
armonizada en todos sus niveles, con sus necesidades
básicas satisfechas.
Iolanda Maria Pires - México
Ter saúde é estar em harmonia com o próprio corpo, aceitando-o
e cuidando-o com respeito e equilíbrio. É usar as energias
de todo tipo para o que constrói um mundo melhor, para
o resgate da dignidade das pessoas. É valorizar a vida
própria e das demais pessoas.
Maria Angélica Lauriano - Brasil
Tener SALUD es la capacidad de mantener el equilibrio
dinámico y la armonía interior en relación con el medio
ambiente y la energía cósmica del Creador. Es un estado
que va desde la piel hasta el aura.
ALI - Colombia
Tener salud es distinto que estar saludable. Lo primero
es estar en condiciones de desarrollar todas las capacidades
físicas, mentales y espirituales. Es decir que se dispone
de todo lo que se tiene y puede funcionar de manera
óptima: la energía puede fluir. Estar saludable es además
de lo anterior vivir en un estado de armonía, de aceptación
y de energía en que la persona logra una permanente
restauración de su equilibrio con el ambiente y la naturaleza.
Quiere decir que si se enferma su organismo, su mente
y su espíritu están en condiciones de volver a un estado
de armonía y sensación agradable. Ser saludable no significa
no pasar por períodos de enfermedad, de crisis o algo
parecido... pero es saber manejar con el cuerpo, la
mente y el espíritu ese episodio y salir de él.
Emma Rosa Aguirre - Peru
Poder sonhar e agir mesmo que o corpo físico já não
tenha tanta saúde física.
Maria de Nazaré Tavares Zenaide - Brasil
Tener salud no solo implica ausencia de patologías en
el cuerpo ("silencio de nuestros órganos"), sino poseer
una vida armónica que permita sentir alegría estética,
realizada con sentido y satisfactoria en todos los aspectos,
como lo define la OMS: cuerpo, alma, relaciones plenas
con la naturaleza, las ideas y el arte. Desgraciadamente
vivimos envueltos en una cultura tanática, depredadora,
carente de equilibrio y armonía; competitiva en vez
de solidaria, que excluye en lugar de incluir, que busca
el disenso en vez del consenso. Nuestro desafío como
humanidad del tercer milenio es decirle NO a la depredación
capitalista o a la posibilidad del suicidio colectivo
que se pude producir a corto plazo debido a la agresión
permanente a la naturaleza. Nuestro segundo desafío
es recuperar la dignidad ética de la categoría de normalidad.
El amor y la vida, o el amor por la vida, es más fuerte
que la indiferencia y la muerte. Y el tercer desafío
es continuar madurando en nuestra conciencia de identidad,
de modo de mejorar nuestras relaciones sociales y vencer
los factores negativos que parasitan en el imaginario
histórico social que distorsionan nuestros vínculos
afectivos y culturales. La amorosidad debe volver a
ser la medida de lo sano.
José Alberto de la Fuente - Chile
Um corpo e mente energéticos, sem dores e sem necessidade
de obter equilíbrio mediante medicamentos.
Armgard Lutz - Brasil
Más que tener salud yo pensaría en ser y sentirse vital,
colmado y calmado de modo integral (corporal, mental
y espiritualmente).
Rosana Navarro - Colombia
Efectivamente, tener salud supone como definición más
elemental "ausencia de enfermedad". Sin embargo, eso
no basta. Del mismo modo que la paz no es (simplemente)
ausencia de guerra, la salud requiere de una serie de
otras condiciones.
Entre ellas habría que considerar el desarrollo de una
serie de capacidades que permiten gestionar adecuadamente
nuestros procesos personales y también nuestras relaciones
con los otros y con el ambiente en el que nos desenvolvemos.
A ello habría que agregar la dimensión ética de la salud.
Tener salud, también está relacionado con tener claridad
acerca de lo que queremos hacer y de hacia dónde queremos
ir. Y además, no se trata de que ese sentido teleológico
sea excluyente del bienester de los demás, sino que
debe pasar por la confrontación con lo que es deseable
y justo. Estoy sano -estamos sanos- si somos capaces
de autoregular nuestras conductas para evitar situaciones
de riesgo, si somos capaces de convivir con otros, si
podemos dar cuenta de nuestros proyectos de vida.
Leonardo Piscoya - Peru
Ter saúde é estar além do bem estar físico. É viver
em equilíbrio com a natureza física, social, cultural
e humana. É saber de si e do mundo.
José Pedro Rodrigues Gonçalves - Brasil
Tener salud es sentirse bien y con ganas de vivir y
amar. Esto es, que tu cuerpo, tu espíritu y tu mente
se integren y te lleven continuamente por los distintos
caminos y dimensiones de la vida.
Amalia Lira Morales - Chile
Tener salud significa estar bien, es decir, sentir que
todo mi cuerpo está en armonía, funcionando bien, lo
cual me permite sentirme feliz, productiva y con energía
vital para hacer las cosas.
Edith - Colômbia
Se formos considerar a definição da OMS ninguém tem
saúde, pois em meu país os direitos de cidadania estão
abaixo da média, como saúde é dever constitucional do
estado aqui estamos desprovidos, pois saúde é o bem
estar físico, mental, social e ambiental de cada indivíduo.
Regina Coeli Souza e Silva - Brasil
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