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La Revista de la Pátria
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Como
são e como vivem os jovens de hoje?
¿Cómo son y cómo viven los jóvenes de hoy?
Como é e como vive a juventude latino-americana?
Veja depoimentos de especialistas e jovens entrevistados
pela Revista Novamerica.

No Brasil, especificamente, existem mais de 21 milhões
de adolescentes, o que equivale a 12,5% da população
do país. A pesquisa “A Voz dos Adolescentes”, do Unicef,
entrevistou 5.280 jovens brasileiros em 2002 e obteve
diversos dados elucidativos. Para 95% dos pesquisados,
por exemplo, a família é a instituição mais importante
para a sociedade. Quanto ao ensino, 49% acreditam ter
uma boa relação com os professores, de aprendizagem
e respeito. Mais de 80% dos adolescentes dizem ter um
sonho, que é “ter uma profissão” para 19% dos entrevistados
e “ter dinheiro e bens materiais” para 15%. Quanto às
perspectivas do País, 28% acha que o Brasil está se
tornando um lugar melhor para se viver, 27% acha que
está ficando pior e 26% acha que vai ficar igual.
Cláudio Marques, jornalista, Brasil
A opinião dos especialistas
Oscar Dávila León
Asistente Social del Centro de Investigación y Difusión
Poblacional de Achupallas de Viña del Mar, Chile
En el contexto de la ausencia de proyectos colectivos
de ascenso o movilidad social, como los que de algún
modo conocimos en épocas pasadas, donde a su vez comienzan
a imperar lógicas cada vez más privatizadoras de la
vivencia social, que lleva a los propios sujetos a establecer
mundos más privados que públicos, y con crecientes niveles
de fragmentación social, producto de la lucha por acceder
a una mejor posición en la estructura social que permita
beneficiarse de los bienes y servicios que la sociedad
debiera proveer para el conjunto de sus habitantes,
sin duda que los jóvenes no escapan a esta realidad
y son precisamente quienes viven en carne propia estas
incertidumbres y riesgos de quedarse fuera de ella.
De allí que podemos estar en presencia de ciertas tendencias,
expresadas como cambios en los valores sociales a nivel
juvenil, donde se ha tendido a identificar un cambio
desde lo que puede denominarse la «razón social» hacia
el «logro personal», expresándose como dimensiones antagónicas:
al optar por una, se deja de lado la otra. Esta suerte
de modificación a nivel valórico en el mundo juvenil
estaría dando mejor cuenta del contexto estructural
en el cual se inserta esta generación joven chilena,
lo que traería aparejado determinadas percepciones,
expectativas y estrategias de construcción de proyectos
de vida exitosos - o por lo menos - imaginarse trayectorias
de vida con un énfasis en el logro personal por sobre
estrategias y acciones de tipo colectivas y/o sociales.
Esta formulación - un tanto dicotómica - tiende a relativizarse
al momento de visualizar un tremendo realismo y pragmatismo
en el proceso de conformación del proyecto de vida al
nivel de los jóvenes, que incluso desde su propia percepción
ven su futuro personal con un ánimo optimista, pensando
que en un futuro estarán mucho mejor que hoy. Todo ello
independientemente de las posibilidades reales de llegar
a concretizar sus futuros proyectos de vida, de acuerdo
a la manera en que logren insertarse y traspasar los
canales clásicos de integración social funcional, sea
vía la educación, el empleo, la conformación de familia,
autonomía e independencia, etc.
Eso por el lado del optimismo y confianza en el futuro.
Y por otro lado, ante la consulta (en las tres encuestas
nacionales de juventud) sobre la característica más
relevante que define la etapa juvenil, la opción «vivir
grandes ideales» viene a la baja: 20% en 1994; 17% en
1997; y 8% en el 2000. Y a la inversa, vienen en alza
las características más relacionadas con etapa de decisiones
y de aprendizajes, donde la opción de «decidir qué hacer
en la vida», sube de 37% en 1994, al 41% en 1997 y al
45% en el 2000. Es posible identificar jóvenes, no sólo
de sectores populares sino buena parte de sectores medios,
con ganas de alcanzar un legítimo logro personal, pero
que están conscientes y realistas de la dura tarea que
ello implica, poniendo el énfasis muy marcado en que
ese logro se alcanzará básicamente de acuerdo al desempeño
y oportunidades que tengan en la conclusión de su ciclo
de instrucción formal, que los lleve al más alto nivel
de calificación y la mejoría en sus posibilidades de
inserción laboral futura. En la discusión sobre las
perspectivas integracionales de la juventud chilena,
en particular de quienes se encuentran con mayores desventajas
sociales y en riesgo o situación de exclusión social,
es preciso considerar los soportes institucionales que
pueden favorecer dichos itinerarios juveniles, donde
se conjugan dimensiones de orden individual o personal
(y sus entornos cercanos) y estructurales o sistémicos
(y sus entornos relacionales); los que van configurando
diferentes tipos posibles de trayectorias y con grados
diversos de riesgos en el tránsito por esos itinerarios.

Antônio
Mourão Cavalcante
Professor titular do Centro de Estudos da Família da
Universidade Federal do Ceará – UFCE, Brasil.
Os jovens de hoje são em maior número porque a noção
de adolescência/juventude foi arrastada. Trata-se do
moratório jovem. Reproduzindo a sociedade onde vivem,
encontram-se organizados em estratificações, conforme
o nível social. De um modo geral, têm mais liberdade,
são individualistas e sem muito sentido gregário (crença
do social). Por isso, as soluções buscadas são projetos
pessoais e exclusivistas: “eu estando bem, o resto que
se dane!”. Falta idealismo.
Amadeu Roselli Cruz
Pesquisador da Universidade Federal de Minas Gerais
– UFMG, Brasil.
Os jovens de hoje vivem num mundo novo com tecnologias
avançadas, com internet e celulares, porém, vivem com
o mesmo problema de séculos atrás, que é a falta de
referências familiares e escolares. Alguns pais ainda
estão um século atrasado em valores e colocação de limites,
enquanto outros estão com medo de envelhecer e querem
competir com os filhos para ver quem é que mais “jovem”
na realidade. Por outro lado, a escola, com currículos
defasados, ensina coisas que não têm muita importância.
Ou seja, é muito difícil ser adolescente no mundo de
hoje, principalmente com essas más companhias. De pais
e professores despreparados.
Mary Garcia Castro
Consultora da Organização das Nações Unidas para a Educação,
a Ciência e a Cultura - Unesco
A juventude é plural e inscrições como classe social,
gênero e raça demarcam reações aos mesmos estímulos
e cenários destes tempos. Mas são fronteiras contemporâneas
que em especial afetam os jovens: inseguranças, desencantamentos
quanto a futuros e projetos macros, dificuldades no
mercado de trabalho e dúvidas quanto a parâmetros sobre
ética publica ou descrédito por como vem sendo tratada
a coisa pública. Mas por outro lado, mais perfilham
muitos jovens, sensibilidade à diversidade, ao outro/à
outra e a linguagens lúdicas e artísticas, além de muita
garra e buscas. Muitos jovens vêm se destacando em
relação a outros cortes pela insistência na construção
do novo e no exercício da crítica político-social-cultural,
mas não necessariamente como gostariam ou prescreveram
seus pais, ainda que a marca da rebelião se reproduza
por diversos caminhos - uns positivos outros negativos.

José Fernando da Silva
Vice-presidente do Conselho Nacional dos Direitos
da Criança e do Adolescente – Conanda, Brasil
Dois aspectos centrais são necessários para aplicar
políticas públicas para a juventude no Brasil. Primeiro,
é preciso ter clareza que não é possível falar em juventude
brasileira, e sim, em juventudes. Ou seja, os jovens
que estão em comunidades indígenas, quilombolas, nas
pequenas cidades do interior, no meio rural brasileiro
e nos grandes centros urbanos devem ser compreendidos
por suas histórias, culturas e realidades diferentes.
Ainda neste sentido, as diferenças por sexo, são marcantes.
Segundo, as realidades perversas vivenciadas pelas juventudes
são em grande medida creditada a não efetivação do Estatuto
da Criança e do Adolescente. Portanto, é necessário
que haja compreensão de que a garantia dos direitos
e deveres para a infância e adolescência, certamente,
repercutirá na vida das juventudes brasileiras. Por
exemplo, existem 5,48 milhões de crianças e adolescentes,
entre 05 e 17 anos, trabalhando no Brasil, e o fato
da pobreza atingir 45% da infância e adolescência brasileiras
repercute de forma perversa na vida de milhões de jovens.
Estes aspectos, devem ser considerados quando da formulação
de políticas públicas nos âmbitos federal, estadual
e municipal. E políticas públicas só se efetivam com
recursos.
lma Ribeiro Silva
California Institute of Integral Studies, Estados Unidos
A pergunta pode ser desdobrada em vários temas. Poderíamos
começar por dividir a população jovem brasileira em
duas partes: os jovens que agem sofrendo pressão de
grupo e com poucos valores sociais, sem medir as conseqüências
dos seus atos, assumindo assim comportamento de risco
como abuso de drogas, sexo sem proteção, dirigir carro
sem atenção e sem respeitar as leis de trânsito e finalmente
aqueles que não completam a vida acadêmica, ou não estão
interessados nela. Temos o segundo grupo que é formado
de jovens que seguem valores mais tradicionais, aqueles
que têm mais assistência e modelos exemplares dos pais
e mais valores sociais, e de família. Eu diria que,
de modo geral, os jovens que se classificam na primeira
categoria sofrem de pouca auto-estima e são inseguros.
Aqui nos Estados Unidos já fizeram pesquisas sobre auto-estima
e rendimento escolar. Os alunos que têm auto-estima
geralmente lidam com o estresse acadêmico de modo saudável:
fazendo esportes, lendo, indo ao cinema, ouvindo musica,
dançando, se socializando etc. Os que têm pouca auto-estima
lidam com estresse optando pelo comportamento de risco,
descrito acima. Existe um outro fator muito grande que
o jovem brasileiro sofre hoje que é o impacto do modernismo,
da invasão cultural americana, indiscriminada e uma
confusão grande de valores. Um outro problema ligado
ao jovem no Brasil, que deve ser mais discutido, é o
dos homicídios praticados por menores. O importante
é que educadores, legisladores e ativistas sociais fiquem
atentos para o fato de que educar e prevenir comportamento
de risco na juventude é um investimento sustentável
no futuro social de um País..
Marcel Thezá
Chile
¿Cómo viven los jóvenes chilenos hoy?[1] Constituye
una ceguera del observador asumir que la juventud es
una, y que responde como cuerpo organizado a las descripciones
que esos mismos observadores trazan acerca de ella.
Este fue el error de interpretaciones pasadas. En los
últimos veinte años, la juventud chilena ha transitado
desde la anomia y desintegración de los ochenta, el
intento de reintegración ciudadana de comienzos de los
noventa y el escape público de fines de la última década[2]
- escape representado en una especie de privatización
de las formas de expresión e intereses, que sólo refleja
la individualización de la vida social que acompaña
a los procesos de radicalización de las condiciones
de modernidad[3]. Frente a esto, la pregunta es: ¿cuánta
variedad juvenil quedó sepultada en estas descripciones?
La comprensión actual de los jóvenes parece querer evitar
este error. Así por ejemplo, la distinción semántica
derivada de la perspectiva de género entre las y los
jóvenes apunta a introducir una mínima variedad en la
descripción. Con ella se indica: las formas de inclusión
y exclusión de hombres y mujeres jóvenes son distintas,
por esto su lectura debe diferenciarse. Por otro lado,
un peso notable en esta nueva semántica de juventud
parece tener la propia autodescripción de los jóvenes.
Ella se constituye como expectativa en torno, principalmente,
a dos variables: el estudio y el trabajo. En tal contexto,
tres son las distinciones que se introducen[4]: Optimismo
estructural, Optimismo proyectivo y Pesimismo. El primer
grupo tiene como actividad principal el trabajo; tiene
buenas expectativas de ascenso y altos niveles de educación.
Ello determina que una eventual exclusión de su esfera
laboral se vea compensada con altas expectativas de
reinclusión basadas precisamente en los niveles de estudios
superiores. El segundo grupo tiene como actividad principal
el estudio y basa su optimismo en la conclusión exitosa
de su proceso educativo y en la posibilidad de adquirir
prontamente experiencia laboral. El tercer grupo no
estudia ni trabaja. En su mayoría se trata de mujeres
de niveles socioeconómicos medio y bajo que han visto
frustradas sus expectativas de estudio y que, por tanto,
ven reducidas sus posibilidades de inclusión social,
especialmente en el ámbito del trabajo. (NA)
[1] Extracto de artículo “Jóvenes y política pública”.
Mascareno, Aldo & Thezá, Marcel (en prensa).
[2] Isla, José y José Martínez, Nuevas realidades
y paradigmas de la exclusión juvenil, presentación de
resultados preliminares de investigación, FOSIS, Octubre
2001.
[3] Para esto véase Giddens, Anthony, Modernidad
e identidad del yo. El yo y la sociedad en la época
contemporánea, Península, Barcelona, 1997.
[4]
Instituto
Nacional de la Juventud, Jóvenes chilenos del nuevo
siglo. La eventualidad de la inclusión¸ Análisis de
la Tercera Encuesta Nacional de Juventud, Instituto
Nacional de la Juventud, Santiago, 2001. Donde la fuente
de datos no ha sido indicada, se trata del procesamiento
de la Tercera Encuesta Nacional de Juventud.
Com a palavra, os jovens

Anderson Farias Rodrigues, 20
Brasil
Ser jovem hoje é lutar por ideais que jamais serão conquistados,
é ser visto pela grande maioria da população como o
futuro do país, mas que quase ninguém nos ajuda a sê-lo.
É viver rodeado de injustiças, desigualdades e ainda
tentar encontrar solução. É ser desacreditados e desiludidos
por todos, mas ter no fundo do coração um forte sentimento
de mudança e uma força incomparável para fazer tudo
o que todos acham impossível e intransponível!
Paul J. Lavalle Fonseca
Perú
Nosotros, los jóvenes, vivimos de una forma muy apurada.
Vivimos el presente sin mirar, muchas veces, el futuro.
Cuando miramos a nuestro alrededor, vemos una realidad
muy distinta de la que nos enseñaron, pero el optimismo
nos ayuda a salir adelante junto con todas las dificultades
del mundo: alcoholismo, drogadicción y otros factores
que nos presionan. Sólo me queda decir que un joven
tiene muchos sueños y esperanzas. Y, sólo luchandádola
la podrá lograr.
Juliana Dantas Bernardo da Silva, 19
Brasil
Hoje em dia ser jovem é buscar independência, principalmente
quando não se vive em uma classe mais favorecida. Vamos
tendo mais responsabilidade e a responsabilidade de
conseguir se manter e ao mesmo tempo conciliar com lazer,
diversão, fazer isso tudo sem esquecer a responsabilidade.
A independência é pensar no futuro.

Ana Laura Villalba
Uruguay
Juventud divino tesoro. Siempre se dijo que los tiempos
pasados fueron mejores. Los primeros en contradecir
dicha frase, eran los jóvenes... los de antes. Quienes
buscaban la antítesis social, los que pretendían lo
nunca hecho, los que veían al tiempo como un tipo lento
y mesurado, al cual ganarle era muy fácil. Ahora, todo
es rapidísimo. Lo nunca hecho, se hace cada media hora.
Supuestamente la época de estudio, es cuando la esperanza
acelera la imaginación y se proyectan formas y fórmulas.
La inestabilidad, la desesperanza es la juventud de
hoy. La que consume comidas rápidas, la que a simple
vista parece llena de vida por andar a las apuradas.
Hoy se vende juventud, al bajo precio de la necesidad;
tan así que tres generaciones seguidas vestimos el mismo
estilo; y el joven ha quedado sin marcar diferencia
alguna. Perder esa tradicional posibilidad ha adormecido
el “divino tesoro” que se va para no volver, excepto
que pueda comprarlo y mostrárselo al espejo.
Kleber Rodrigues, 26
Brasil
Ser jovem hoje e sempre, é acreditar que o «impossível»
é uma mochila cheia e pesada que carrega nas costas
com um sorriso nos lábios, na trilha do sucesso.
Gabriela Quintana, 16
Perú
Los jóvenes de ahora somos muy liberales, espontáneos
y dinámicos. Constituimos una masa que busca el cambio,
una masa que siempre espera algo mejor, que no se conforma
con poco. Nuestro deseo de superación va más allá de
las limitaciones socio-económicas y/o políticas. Somos
la expectativa de muchos, ya que nos vemos muy involucrados
con el futuro. Vivimos de una manera no muy ecuánime,
por lo mismo que somos muy cambiantes, pero tenemos
alma de emprendedores y no nos rendimos fácilmente.
Laura Armand Pilón, 21
Patricia Erramuspe, 20
Leticia Geymonat, 21
Uruguay
Desde nuestro punto de vista los jóvenes de hoy vivimos
en un mundo consumista y globalizado, muchas veces dependiendo
de los avances tecnológicos que nos ofrece la sociedad.
Esto lleva a que en muchas oportunidades tengamos una
vida superficial sin disfrutar de las que parecen pequeñas
cosas del día a día. Debemos reconocer también que vivimos
acelerados e influenciados por la sociedad y lo que
ella nos brinda, llevándonos a carecer de determinados
valores. Hoy en día las posibilidades para poder estudiar
y prepararse son pocas pero sabemos que sin un estudio
terciario, o mucho mejor universitario, es muy difícil
poder acceder a un trabajo rentable, aunque a veces
tampoco así se consigue. En cuanto a nuestro futuro,
vemos que tenemos cada vez menos posibilidades laborales
en nuestro país, por lo que muchos jóvenes se están
yendo a “probar suerte” en otros países.
Rodolfo Salazar Días, 15
Perú
La juventud actual se ha deteriorado en comparación
con épocas anteriores en las que los valores estaban
bien inculcados y temas como las drogas eran algo lejano.
Eso no quiere decir que en la actualidad la juventud
sólo es vicios y malos hábitos, por el contrario, somos
una generación valiente, moderna, espontánea, decidida
y sobre todo capaz de vencer todo aquello que mencioné
en un principio. Y lo vamos a demostrar. (NA)
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